Monday, May 08, 2006

Olho e não vejo nada ------------------------

--------------- Mais louco é quem me diz...



Querer essas coisas e não aquelas. Ou vice-versa
Phoda-se esses planos, modelos, previdências, comportamentos, padrões...
Na verdade, muita informação. Porém e todavia, é aquilo mesmo.


Os detratores, no camarote, aplaudem.

Todos à espera do erro, daquele momento de idiotice absoluta.
Enfiar-se mais e mais na lama. De preferência, lama do mar Morto.
Primeiro o pé, depois todo o caminho até os lindos cabelinhos.

Arrancar pelos da sua sobrancelha até a raiva passar. Se for o caso,
das duas. Mas legal mesmo, em uma só.





--------------------- do u love me or love me not?


Mais de quatrocentos mil - ou quase meio milhão de - detratores.
Todos certos de seus direitos a terem qualquer tipo de opinião.
Por quatro reais, tenha a sua. Imagem é tudo, informação é nada.
ARgh.

Todos os impunes, a calhordice extrema e livre. E todos os motivos rock and roll do mundo.
Nada, nenhum deles acordam.



Ando meio desligado... Eu nem sinto os meus pés no chão...




Não gostou? Pega eu!

Wednesday, April 26, 2006

Inimigo número UM de todos na América do Sul: impunidade.
Vergonhoso. Pinochet, toda a vergonha que vivemos no Brasil nos últimos meses e tantos outros exemplos. Que coisa é essa? Defeito de colonização ou o quê?
O Chaves está no país. Pior que ele só mesmo o ostra do Lula. Aqui não se sabe negociar. Nem conviver com respeito. Tenho preguiça. Quero ir para uma praia, fumar um e esquecer do mundo, porque não o vejo sendo digno de muito mais.

Acho tudo um saco inclusive porque pensava em comprar um 'maverick' e transformá-lo em um carro movido a gás, o que me irritaria muito agora.

Todo time deveria ter um Teves, ou talvez, um Edmundo. Ou preferencialmente, os dois.

O moderador, modera. Moderação.
Quero mais é ouvir o Dailai Lama falar por horas.



Por outro lado, devo ver Assassinos por Natureza daqui a pouco.

Um cara, não lembro onde, em um desses shows nos últimos dias disse algo assim:
o palmeiras e o corinthians sao rivais. o sao paulo é inimigo.
Acho que é isso ai.


Oh, brown sugar.


Futebol, o ópio.
Impunidade, o câncer.

Wednesday, March 29, 2006

Kill Someone U Hate!!!




I wanna a time machine
back to u before the doom
time machine & back to u
finding us dancing again

I wanna be back when
no sorrow no wounds
had infected my soul
my heart, my head, oh no

i want u to find me
as i used to be
even before the final sin
it killed a lot of me

yeah yeah yeah a time machine
back to the time where i wasn't aware.

Time Machine,

The Boom Boom Chicks


Então manter o ódio, o pavor, desprezo, frieza seria me ajoelhar a tua frente.
Como se fosse algum rei. Outras escolhas.
Elimina-se o ódio, o rancor. Mas o que fazer com o pavor, o desprezo pela coisa em si e uma certa frieza ao assunto?

Matar-lo-ia se ainda o odiasse.
Nada. Nem desprezo.
Pela coisa em si, sim.

Ódio da auto-idiotice, oh céus!, se houver algum.
Foram tantos os erros, oh, oh, oh.

I don't want so bad a gun, I want a time machine.
Back to when I wasn't aware.

Saturday, March 11, 2006

Delicatessen

Minha alma não está à venda. E não é que seja a boa garota. Gosto do estranho e
do notívago e da criação, acima de tudo.
Liberdade. Experimentação.

Você casou, teve um filho para manter perto um idiota que te sustenta.
E assim, você é livre. Livre? Você é uma xerox. Um blender de imagens
e palavras alheias. Você suga meu ar.

O que fala, não se escreve. Ou sim?


E mil vezes, terei que morrer para poder respirar. Sair dessa desconfortável
posição incômoda. Correr e correr quando chegar lá. Só para lembrar como
é bom ter espaço. Correr.


Faço. Não estou ali falando e vivendo dos louros dos imbecis.
The fools and the gold.



Não tenho mágoa alguma, compreenda. Só desconforto.
Percebe? E muito tédio.
Existencialmente entendiada e desconfortável.
To the core.

Monday, February 20, 2006

São Paulo, 8 am, segunda feira.



O cara é zen. Calmo e tranquilo. DIz isso enquanto escuta a fita do curso de inglês, pensa na vida e dirige na velocidade de 40 por hora em uma avenida. Penso que é isso que se entende como educação aqui. Ser lerdo e não considerar o ritmo natural da coisa. Pois dirigir como se morasse em Brasília...? Acho que aqui não é possível. Trânsito. Caos. Milhões de pessoas e carros. Muita falta de pratica e bom senso comum.
O cara é esperto. Corta todos, quer estar sempre na frente, não pega fila, não pára em faróis. Claro, conhece todos os pontos de radar. É um grosso. Não aguenta carro algum. Também queria estar sozinho, dirigindo em um lugar onde pudesse chegar infinitamente mais rápido que nessa selva de pedras e pessoas.
Imagine um monte de bicho amontoado?
Isso que é São Paulo.

Quero Airtons Sennas nas ruas. Atitude zen-budista e ousadia. Ter braço, ser bom.
Escolas de direção mais competentes. Testes melhores. Educação e inteligência mínima.


Bastão de beisebol. Cabeção estouradão.


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Friday, February 10, 2006

Dial M for Murder

Cheguei na cara do policial que ajudou o garotinho - menor de 9 anos! - a esquentar a droga, publicamente e sequer disse uma palavra. Cuspi na cara dele. Depois dei uma joelhada em seu saco. Raspei o cabelo dele, pedi para o meu amigo querido Léo tatuar nas costas dele: policial sem caráter que droga crianças de rua.

Visitei o presídio todo. Aguentei todos os tipos de gracinhas mas escolhi uma cela lotada de caras barra-pesada e que, como todos, odiavam policiais. Violentos, sem muito papo. Ali mesmo.

Viajei no dia seguinte. Achei a mãe que jogou o bebê, seu filho, na lagoa, dentro de um saco plástico e uma pedra para afundar.
Achei um saco do tamanho dela, coloquei a vagabunda dentro, enchi de pedras e lancei na lagoa, no mesmo lugar que confessara ter atirado sua filha.

É o fim do mundo mesmo. Por isso, voltei à São Paulo e me encontrei com o cara que me deve 1000 reais e só me enrola. No último mail, ele foi grosseiro. Entao decidi.
Entrei em sua empresa, com seguranças contratados e falei em alto e bom som que ele deveria me pagar, o quanto e porque. E quando ele saiu do trabalho encontrou uma surpresa: seu carro todo destruído.



Olho por olho.
Dente por dente.

Tuesday, February 07, 2006

E Carrie entrou e detonou todos os vidros. À princípio. Depois estourou toda a eletricidade. Foi lindo.
Ainda ateou fogo em tudo... fogo! fogo! fogo!
O idiota, que se achava o bacana do rock and roll, voando pra parede, cabeça despedaçando

Aqueles babacas todos correndo apavorados, ovelhinhas cretinas.
Não importa o quanto fugissem, cedo ou tarde se incendiavam em seu próprio pavor. O pai de um valentão, que sendo amigo de sua mãe, frequentava sua casa e a abusou quando criança. ele estava ali por algum motivo... Esse voou para o alto, bateu no teto, espatifou no chão. quase aplaudi.
O imbecil do nerd, por quem foi apaixonada e vice-versa mas ele nunca teve culhões de assumir isso. mesmo sendo tão esquisito quanto ela. Morte rápida e indolor pra esse, afinal o pavor já havia sido o suficiente.

Dogville. Arrogância e ausência de misericórdia. Aos infernos as boas meninas. I see man coming and going

Sexo te dá prazer, amor com certeza, dor.
Bello nick, Victorio!

A vaidade é o pecado favorito de Lúcifer. E vaidade é o que acompanha e ilumina.
Sua certeza perfeição absoluta, seus modos comedidos, sua falsa gentileza.
As palavras amorosas, os sonhos incrivelmente lindos e totalmente encantadores.
Tudo esmagado na parede. Miolos espalhados, pedaços que não saberia identificar. E no coração uma lasca do pé quebrado da mesa em cima de onde caiu e a qual quebrou. Fui lá e olhei o músculo vital e ainda batia. Vontade de arrancar e despedaçar.



Havia também vários cortes profundos e os músculo, tais quais em uma vaca, podiam ser observados. Pensei em todos os bifes que o infeliz comeu, deveria ser esfacetado como a uma vaca.


It's a perfect day, Elise